No mundo de negócios e empregos tão competitivo, fico indignada quando ouço - o que acontece com freqüência - as pessoas pronunciando tão sonoramente o NÃO do:
Não posso,
Não acho viável,
Não vai dar certo,
Não tenho tempo,
Não sei,
Não entendo,
Não dá , sempre foi assim...
Esta postura do não tem se tornado habitual justamente quando, a cada dia que passa, as empresas esperam de seus colaboradores - se é que aqueles assim podem ser chamados - uma postura de sócios do negócio.
Sócios enquanto pessoas comprometidas que queiram correr riscos em busca da superação dos resultados que são esperados de seu desempenho. Sócios enquanto buscam entender do todo e se dispõem a colaborar sempre na busca de novas oportunidades e desafios para o negócio.
A postura do NÃO é confortável, pois transmite a sensação ilusória de que se permanecendo num estágio conhecido e dominado se está mais seguro. Na realidade, se está mais imóvel, apegando-se ao que existe até então e correndo, no mínimo, o risco de adquirir cada vez menos conhecimentos e caminhar cada vez mais rápido para a porta principal da empresa, infelizmente no sentido de saída sem retorno.
A postura esperada e desejada tem sido cada vez mais a de uma atitude receptiva as novidades, analisando-as, estudando-as e, se necessário, fazendo adaptações que contribuam para o sucesso do negócio em que se atua e, porque não, para o crescimento e desenvolvimento das pessoas envolvidas.
Essa postura nos levará a descobertas e abrirá o leque das possibilidades e da capacidade de atuação e crescimento profissional.
Superamos a era da informação e na era da conexão, o NÃO aceitável é o de que NÃO temos limites para o aprendizado e para a adaptação