Quando as mulheres dizem que sexo, pra elas, só com amor, estão na verdade expressando um preconceito dos mais velhos na longa história ocidental de repressão sexual feminina.
Sexo é sexo e amor é amor. Sexo com amor pode até ser melhor do que sexo sem amor. Mas sexo é bom de qualquer jeito e achar que é preciso amar para fazer sexo é mais uma sonora besteira, fruto da educação sexual repressiva.
Homem nenhum vai achar que precisa de amor pra fazer sexo com uma mulher que ele deseja. Ele deseja e pronto.
Mas grande parte das mulheres precisa mascarar seu desejo com a ideia da paixão para poder assumi-lo.
Verdade seja dita: a culpa não é delas.
Foi o próprio homem quem inventou essa história de classificar em dois tipos o sexo feminino, mulher pra transar e mulher pra casar.
E porque ele fez isso?
Porque quando o homem descobriu que tinha um papel na concepção, inventou a monogamia para garantir que o filho era dele e não do vizinho.
Mas inventou a monogamia apenas para a mulher, porque ele continou a ser naturalmente polígamo, como todo e qualquer ser humano ou animal (inclusive a mulher). Só que pra exercer a poligamia, o homem precisava de um outro tipo de mulher, uma mulher que não servisse para ser mãe dos filhos dele.
Assim, surgiu esse mito estúpido de mulher direita x mulher à toa.
Quando a mulher, que se considera "direita"