Estão se armando de drogas e medicamentos para competirem nas corridas sexuais.
Nesta corrida, eles estão preocupados em manobrar as dificuldades emocionais e sexuais, a insegurança e a timidez e, impressionar a parceira com a performance sexual.
Quase como um super-herói de revistas em quadrinhos, ou dos comerciais de achocolatados, querem ser dotados de energia e força, para competirem na conquista de garotas e para satisfazerem as várias parceiras que estão colecionando, quase compulsivamente durante os 7 dias da semana.
Estes jovens ainda avaliam sua virilidade pela quantidade de mulheres e de relações sexuais que possam agüentar.
Eles não estão dando conta dessa responsabilidade, estão abalando a autoconfiança do próprio desempenho sexual, tornando-se dependentes de drogas e medicamentos contra-indicados, que estão no mercado sendo facilmente adquiridos, para facilitar a ereção e para mantê-la por mais tempo.
Atualmente temos cinco tipos de medicamentos disponíveis no Brasil, que são usados para tratar a disfunção erétil. O mais conhecido é a pílula azul, o Viagra, temos ainda o Cialis, o Levitra, o Vivanza e o mais recente o Helleva.
Estes medicamentos apresentam poucas diferenças entre si e de acordo com especialistas são indicados para a disfunção erétil, apresentando eficácia de até 70% dos casos, variando de acordo com o paciente e com a origem do problema.
Disfunção erétil é a falta de capacidade do homem ter e manter uma ereção peniana adequada na relação sexual, por causas psicológicas, orgânicas ou hormonais.
O problema psicológico é o mais comum e atinge também os mais jovens. Já o orgânico é causado por doenças crônicas, como hipertensão, obesidade, diabetes, dentre outras. O hormonal ocorre em pessoas com queda da testosterona diminuindo o desejo sexual.
Daí a necessidade