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Sexo

Como os jovens estão encarando o sexo.
Data: 24/06/2008

Por: Eliane Alabe Padua

Estão se armando de drogas e medicamentos para  competirem nas corridas sexuais.

 

Nesta corrida, eles estão preocupados em manobrar as dificuldades emocionais e sexuais, a insegurança e a timidez e,  impressionar a parceira com  a performance sexual.

 

Quase como um super-herói de revistas em quadrinhos, ou dos comerciais de  achocolatados, querem ser dotados de energia e força,  para competirem na conquista de garotas e para satisfazerem as várias parceiras que estão colecionando, quase compulsivamente durante os 7 dias da semana.

 

Estes jovens ainda avaliam sua virilidade pela quantidade de mulheres e de relações sexuais que possam agüentar.

 

Eles não estão dando conta dessa responsabilidade, estão abalando a autoconfiança  do próprio desempenho sexual, tornando-se dependentes de drogas e medicamentos contra-indicados, que estão no mercado sendo facilmente adquiridos,  para facilitar a ereção e para mantê-la por mais tempo.

 

Atualmente temos cinco  tipos de medicamentos disponíveis no Brasil, que são usados para tratar a disfunção erétil. O mais conhecido é a pílula azul,  o Viagra, temos ainda o Cialis, o Levitra, o Vivanza e o mais recente o Helleva.

 

Estes medicamentos apresentam poucas diferenças entre si e de acordo com especialistas são indicados para a disfunção erétil,  apresentando eficácia de até 70% dos casos, variando de acordo com o paciente e com a origem do problema.

 

Disfunção erétil é a falta de capacidade do homem ter e manter uma ereção peniana adequada na relação sexual, por causas psicológicas, orgânicas ou hormonais.

 

O problema psicológico é o mais comum e atinge também os mais jovens. Já o orgânico é causado por doenças crônicas, como hipertensão, obesidade, diabetes, dentre outras. O hormonal ocorre em pessoas com queda da testosterona diminuindo o desejo sexual.

 

Daí a necessidade

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