No ESTILO de hoje, o WMULHER vai mostrar o que rola como tendência para os cintos masculinos.
Vermelho rubino na cintura dos mais ousados
E para o estilo desta semana, o WMULHER entrevistou Sonia Revuelta. Ela é proprietária e designer dos Cintos Michelle, empresa fundada em 78 e que está presente na FENIT - FENATEC. A marca fornece para lojas como Bavardage e Fórum.
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Qual a tendência das cores, formatos e fivelas para os cintos masculinos?
Como fivelas, elas são quadradas e banhadas. Temos o níquel escovado e o níquel com brilho, quando acompanha o couro brilho. Quanto às cores, a novidade é o vermelho rubino (de rubi), os caramelos e os natursais, ou seja, o couro natural cru. Como largura, três a três e meio cm. O cinto masculino mais vanguarda pode medir de quatro até 5 cm. Essa largura está muito fashion. Como texturas, os couros de animais, lezard, elefante e cobra.
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Esse tipo de textura seria mais para os modelos esportivos?
Não necessariamente. O cinto social pode ser de cobra ou lezard. Ele cai perfeitamente com terno.
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Qual a média de preços de um cinto Michelle, na loja?
Ele pode ir de R$ 50 reais a 70 reais.
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De onde vem a fonte de inspiração para tanta criatividade?
Na verdade é fruto de uma pesquisa intensa. Para uma coleção, por exemplo, o trabalho começa com ano a ano e meio de antecedência. Começo pesquisando a matéria-prima e o que os estilistas do mundo inteiro estão ditando em termos de textura. Pesquiso o tema da moda da coleção dos estilistas para um ano depois. Acompanho o que o consumidor de Milão está comprando. A Itália serve como informação de matéria-prima. Nos Estados Unidos, observo a tendência das vendas pela influência que eles têm sobre o nosso mercado.
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O Cinto Michelle tem cara brasileira ou européia?
Eu diria que ele é um cinto europeu abrasileirado.